A sala, o ventilador, o calor, a ausência, a presença, a saudade. A música que se inspira de cântico dos cânticos, uma pequena garrafa com água em baixa temperatura, o cansaço, a ausência de professor por cirurgia na boca. Pensamentos deságuam como se fossem torrentes, torrentes inexistentes, passado e futuro, irrealidades, a falta do amor incompleto, a falta do amor perfeito, amor humano, amor divino. Quantos aqui feridos, magoados, quantos aqui sozinhos, tristes, sentimentos presos e camuflados de modo que ninguém se importa, o relógio pode parar e o tempo teima em continuar sem ao menos dar uma folga, o que temos, o que perdemos, o que ganhamos, coceira no braço. Hoje tem festa e eu me ausentarei, o tempo será tarde e o sono e cansaço já me terão convencido a dormir. O sangue circulando, quem é esta que vem, quem é esta que sobe do deserto. Aqueles que provaram a eternidade andam sedentos de Deus, tenho sede de ti, Amor perfeito, eu preciso de ti, se perco tudo, nada perdi, nada tenho, sou apenas teu e tu és meu. Espírito Santo leva-me ao Senhor Jesus, Deus quebranta meu coração, leva-me por inteiro, preencha-me em tua graça, sou teu.
17/09/10
Ele é talentoso, puro, um amor de pessoa.
ResponderExcluirAo meu amigo Sebastião Junior, os meus sinceros votos de sucesso.
Os seus poemas são recados de Deus àqueles que não o tem em seus corações. E é Deus quem vai abençoar e guiar este Blog.
Beejoo de Carol Rezende
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